Generali Stadium: como vai ser o estádio de Milan e Inter
O Generali Stadium, de Milan e Inter, terá 71.500 lugares e substituirá o San Siro a partir de 2031/32. Veja o projeto, o nome e o que muda.
O Generali Stadium vai ser a nova casa de Milan e Inter, com cerca de 71.500 lugares, duas arquibancadas em volta de todo o campo e curvas inclinadas até 37 graus. Os times apresentaram o projeto na quinta (29), em Milão. As obras devem começar em 2028, e o primeiro jogo está previsto para a temporada 2031/32.
- O projeto é do escritório de Norman Foster com a MANICA, a mesma parceria do novo Wembley.
- A seguradora italiana Generali dá nome ao estádio e vira parceira oficial dos dois times.
- Os times falam em um dos maiores acordos de naming rights do esporte, sem divulgar o valor.
- O estádio fica no centro de 281 mil metros quadrados a serem reurbanizados em San Siro.
Como vai ser o Generali Stadium por fora
A estrutura é de concreto em formato de X, que sai das colunatas do térreo, sobe pela fachada e sustenta o teto. Segundo os times, o desenho lembra a engenharia italiana e o trabalho de detalhe da catedral de Milão, o Duomo. As entradas têm forma de diamante.
O teto tem curvatura dupla, desenhada para destacar as duas curvas, os setores atrás dos gols onde ficam as torcidas organizadas. Ele também leva placas de energia solar e tratamento acústico.
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O que o torcedor encontra nas arquibancadas
São dois anéis de arquibancada fechados em 360 graus. Nas duas pontas, as curvas sobem como paredes únicas, puxadas para perto do campo, com inclinação de até 37 graus. A ideia declarada é manter o barulho e o clima que fizeram a fama do San Siro.
O estádio terá áreas de hospitalidade premium, várias categorias de ingresso e mais acessibilidade. A capacidade fica abaixo da do San Siro atual, que passa de 75 mil lugares.
O que acontece com o San Siro
Milan e Inter compraram o San Siro e o terreno em volta da prefeitura de Milão em 2025, por cerca de 197 milhões de euros. Os dois times seguem jogando no San Siro até a mudança. O projeto ainda passa por novas etapas de aprovação, e os prazos dependem delas.
Por trás do investimento estão os donos dos times: o fundo RedBird Capital Partners, do Milan, e a Oaktree, que controla a Inter.
Naming rights: do Generali Stadium aos estádios do Brasil
Dar a uma empresa o nome do estádio já é rotina no futebol brasileiro. O Palmeiras joga no Nubank Parque, o antigo Allianz Parque, o Corinthians na Neo Química Arena, e o São Paulo no MorumBIS. No caso do Corinthians, a arena também envolve o acordo com a Caixa pela dívida da obra.
Em Milão, a diferença é que o nome nasce junto com o estádio: a Generali chega antes da primeira pedra. Outro caso de estádio que virou outra coisa é o do Arsenal, Highbury, que virou condomínio de luxo.
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Informações conforme o comunicado oficial de Inter e Milan, de 29/10/2026. Pista do MKT Esportivo.
Por Redação Hoop78. Como apuramos e corrigimos: política editorial.









