Novak Djokovic x Vacherot: o que a virada vale para Turim
Novak Djokovic virou sobre Valentin Vacherot por 6/7, 7/5 e 6/1 na estreia do Masters de Paris e segue vivo na briga por uma vaga no ATP Finals.
Novak Djokovic venceu o monegasco Valentin Vacherot por 6/7 (5/7), 7/5 e 6/1 nesta terça (3), em 2h35, na estreia do Masters 1000 de Paris, depois de perder o primeiro set. Aos 39 anos, virou o jogador mais velho a vencer uma partida na história do torneio, à frente de Jimmy Connors, que também tinha 39 em 1991.
- Vacherot ganhou o tie-break do 1º set depois de estar atrás por 2-4 e 4-5.
- Djokovic salvou três break points no 9º game do 2º set e quebrou no 12º.
- No 3º set, fez 6/1 e chegou à 51ª vitória em Paris, recorde do torneio.
- Na 2ª rodada, pega o australiano Rinky Hijikata, 83º do ranking, que veio do qualifying.
Como Djokovic virou sobre Vacherot em Paris
Vacherot chegou a Paris dois dias depois de ganhar o ATP 500 da Basileia e começou pressionando o saque do sérvio. O primeiro set foi ao tie-break, e o monegasco reagiu depois de estar atrás por 2-4 e 4-5, com dois mini-breaks, para fechar por 7/5. Segundo a ATP, ele terminou o jogo com 22 aces.
No segundo set, Vacherot abriu 2/0. Djokovic pediu atendimento médico no ombro no começo da parcial, devolveu a quebra, salvou três break points no nono game e quebrou no 12º para fechar em 7/5. Vacherot também foi atendido, no tornozelo. No terceiro, o sérvio dominou as trocas longas e fez 6/1.
Os melhores momentos acima são da Tennis TV, o serviço de streaming da ATP.
Para um cara velho, nada mal! As pessoas acham que sou velho demais, lento demais, mas de alguma forma encontrei um jeito de vencer esse tipo de jogo.
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A reclamação das luzes no set decisivo
No começo do terceiro set, com chance de quebra no saque de Vacherot, Djokovic parou para reclamar com o árbitro de cadeira das luzes que se acendiam na arquibancada pouco antes do saque. Segundo o Tennis365, eram torcedores ligando o flash do celular para filmar os pontos importantes, três vezes do lado do sacador e duas do lado oposto. Logo depois, o sérvio quebrou e abriu 3/0.
O que a vitória vale na corrida para o ATP Finals
Djokovic chegou a Paris em 11º na corrida da temporada, com 2.900 pontos, segundo o TenisBrasil. Com a ausência de Jannik Sinner, que encerrou o ano por lesão, a última vaga em Turim é a do nono colocado, hoje o espanhol Rafael Jódar, com 3.234. O australiano Alex de Minaur é o décimo, com 3.170, e pode cruzar o caminho do sérvio nas oitavas. Os dois seguem vivos em Paris.
- Semifinal: Djokovic chega a 3.290 pontos, acima da marca atual de Jódar.
- Final: 3.540 pontos.
- Título: 3.890 pontos, o 8º troféu dele em Paris.
Há ainda uma porta lateral: o italiano Flavio Cobolli, sexto da corrida, desistiu de Paris por uma lesão muscular sofrida em Viena. Se ele também ficar fora do Finals, abre mais uma vaga. Djokovic é o recordista do torneio dos oito melhores, com sete títulos, e não joga em Turim desde 2023.
O terceiro set foi muito bom, mas muito cansativo fisicamente, com muitas trocas longas. Ainda estou aqui, me segurando e dando o que posso, tentando achar meu melhor nível quando importa.
Djokovic x Hijikata: o próximo jogo
Na segunda rodada, Djokovic enfrenta Rinky Hijikata, que passou pelo qualifying e eliminou o italiano Luciano Darderi por 6/2 e 6/2 na segunda. O sérvio venceu os dois jogos entre eles, em Brisbane e em Miami, ambos em 2025. O horário ainda não tinha sido divulgado até a publicação; a ESPN e o Disney+ transmitem o torneio no Brasil. Djokovic vinha de uma queda nas oitavas da Basileia, como contamos em Novak Djokovic x Struff, e a agenda dos brasileiros está em João Fonseca: próximo jogo e ranking. Os jogos de cada dia ficam em Jogos de hoje na TV.
Placar, duração, retrospecto e corrida a Turim pelo TenisBrasil; aces, atendimentos médicos e fala em quadra pela ATP; recorde de idade pelo Tennis Majors; fala à Sky Sports e reclamação das luzes pelo Tennis365, todos em 3 de novembro de 2026.
Por Redação Hoop78. Como apuramos e corrigimos: política editorial.









