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Os 10 maiores jogadores da história do Clippers

De Bob McAdoo nos anos 1970 a Kawhi Leonard, os dez nomes que mais marcaram a franquia mais azarada da NBA. A lista, um a um.

11 de setembro de 2026 4 min de leitura
Os 10 maiores jogadores da história do Clippers
Foto: Getty Images
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A franquia nasceu em Buffalo, passou por San Diego, virou Clippers em Los Angeles e nunca chegou a uma final. Mesmo assim, produziu um campeão de pontuação, um MVP, uma das duplas mais espetaculares da década de 2010 e o armador que transformou o time em candidato. Esta é a lista dos dez maiores.

Direto ao ponto
  • Chris Paul lidera cinco recordes da franquia, entre eles 4.023 assistências.
  • Bob McAdoo foi MVP em 1975 ainda na era Buffalo Braves.
  • Randy Smith é o maior pontuador da história da franquia.
  • Paul George levou o time à única final de conferência, em 2021.
  • Blake Griffin somou cinco convocações ao All-Star em 504 jogos.

1. Chris Paul

Chegou em dezembro de 2011 e transformou um time que só perdia em candidato anual ao título. É o dono dos principais recordes da franquia: 4.023 assistências, além dos melhores números de eficiência, de aproveitamento por posse e de vitórias somadas ao elenco. Fez três vezes o primeiro time da All-NBA vestindo a camisa. Nenhum jogador mudou tanto o patamar do Clippers.

2. Blake Griffin

O rosto da era Lob City. Em 504 jogos pela franquia, marcou 21,6 pontos, pegou 9,3 rebotes e deu 4,2 assistências por jogo, com cinco convocações ao All-Star. Era o alvo dos alley-oops de Chris Paul e virou o jogador mais visto do time em uma década em que a NBA inteira parava para ver enterrada de Los Angeles.

3. Bob McAdoo

O melhor jogador que a franquia teve e quase ninguém associa a ela, porque foi na era Buffalo Braves. Entre 1973-74 e 1975-76 venceu três vezes seguidas o título de cestinha da liga, foi Novato do Ano e MVP. Em 234 jogos pelo time, marcou 32,1 pontos e pegou 13,8 rebotes por jogo, e levou a franquia a três participações consecutivas nos playoffs.

4. Kawhi Leonard

Nos anos em que esteve saudável, foi possivelmente o jogador mais talentoso da história da franquia, com duas aparições no primeiro time da All-NBA. O problema é que esses anos foram poucos, e o legado dele em Los Angeles hoje divide espaço com a apuração que levou o time a uma investigação criminal federal.

5. DeAndre Jordan

O terceiro pilar do Lob City e o mais constante deles. Fez times da All-NBA e da seleção defensiva, liderou a liga em aproveitamento de quadra e em rebotes, e foi o protetor de aro que sustentou a defesa de um time construído para correr. Em sete temporadas, entregou a média de 20,3 pontos, 10,3 rebotes e 2,3 tocos nos melhores anos.

6. Elton Brand

Antes do Lob City existir, ele foi o motivo de alguém assistir ao time. Em 459 jogos, marcou 20,3 pontos e pegou 10,3 rebotes por jogo, com duas convocações ao All-Star e 2,5 tocos por partida na temporada 2005-06, quando levou a franquia a uma das raras campanhas boas daquele período.

7. Randy Smith

O maior pontuador da história da franquia, feito que resiste desde os anos 1970. Em 715 jogos, somou 17,8 pontos, 4,9 assistências e 4,2 rebotes por jogo, com duas idas ao All-Star. Jogou oito temporadas seguidas sem falhar uma partida, o que na época não era detalhe pequeno.

8. Danny Manning

Primeira escolha geral do draft de 1988, chegou carregando a expectativa de salvar a franquia. Não salvou, mas entregou basquete de alto nível: ala versátil, bom pontuador e defensor sólido, com duas convocações ao All-Star em uma época em que o time raramente dava motivo para comemorar.

9. Paul George

Cinco temporadas, e uma delas basta para o lugar na lista: em 2021, com Kawhi Leonard lesionado, ele carregou o time à única final de conferência da história da franquia. Foi a resposta a anos de piada sobre o Clippers nunca passar da segunda rodada, e segue sendo o ponto mais alto que o time alcançou.

10. Chris Kaman

Oito temporadas defendendo a franquia em um período que raramente dava alegria. Marcou 11,8 pontos, pegou 8,3 rebotes e deu 1,4 toco por jogo, funcionando como âncora defensiva e ajudando a encerrar uma sequência de doze anos sem playoffs. Foi ao All-Star em 2010, o que para aquele time era acontecimento.

O que separa esta lista da dos outros times

Compare com a lista do Lakers, o vizinho de ginásio, e a diferença salta: lá são títulos, aqui são temporadas individuais brilhantes dentro de campanhas que não terminaram em nada. Nenhum destes dez disputou uma final pela franquia.

É uma lista de talento sem coroa, e provavelmente é assim que ela vai ficar por um tempo: com cinco escolhas de primeira rodada confiscadas até 2033, o próximo nome a entrar aqui dificilmente vai chegar pelo draft.

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