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Patrocínio NBA: o setor que domina as camisas em 2026-27

Bancos e fintechs têm o patrocínio da camisa de 11 dos 30 times da NBA em 2026-27, mais que qualquer outro setor. Veja cada time e a marca no patch.

21 de outubro de 2026 5 min de leitura
Patrocínio NBA: o setor que domina as camisas em 2026-27
Getty Images
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Bancos, fintechs e outras empresas de serviços financeiros estampam o patch da camisa de 11 dos 30 times da NBA na temporada 2026-27, segundo levantamento da Máquina do Esporte. Nenhum outro setor chega perto: turismo e consumo aparecem em cinco uniformes. A estreia mais vistosa é a da Albert no peito do Lakers de Doncic.

Direto ao ponto
  • A Robinhood está em três camisas ao mesmo tempo: Heat, Grizzlies e Wizards.
  • A Paze, carteira digital ligada a bancos americanos, aparece no Hawks e no Suns.
  • Lakers, Mavs, Suns e Jazz trocaram de marca e entraram no setor financeiro em 2026-27.
  • Esse contrato novo rende mais de US$ 30 milhões anuais, segundo a ESPN.
  • Dos 30 times, 28 têm patrocinador no espaço principal do uniforme.

Os 11 times da NBA com banco ou fintech na camisa em 2026-27

Quem são as marcas de dinheiro que ocupam o peito dos uniformes, e há quanto tempo cada uma está ali?

TimeMarca no patch
Lakers
estreia em 2026-27
Albert
app de finanças pessoais
Mavs
estreia em 2026-27
Chase
banco do JPMorganChase
Suns
estreia em 2026-27
Paze
carteira digital
Jazz
estreia em 2026-27
HealthEquity
contas de poupança para saúde
Hawks
desde 2025-26
Paze
carteira digital
Heat
desde 2024-25
Robinhood
corretora de ações
Grizzlies
desde 2024-25
Robinhood
corretora de ações
Wizards
desde 2023-24
Robinhood
corretora de ações
Celtics
desde 2024-25
Amica
seguradora
Wolves
desde 2024-25
Sezzle
compra parcelada
Nuggets
desde 2023-24
Ibotta
app de cashback

São nove marcas para 11 camisas. A Robinhood virou em 2024, com o acordo do Heat, a primeira empresa a ter três patches na NBA ao mesmo tempo, e a Paze, criada pela Early Warning, empresa que pertence a bancos como Bank of America, Chase e Wells Fargo, chegou ao Suns um ano depois de fechar com o Hawks. A conta da Máquina do Esporte é larga: entram nela a Amica, que vende seguro de carro, casa e vida, e a HealthEquity, que administra contas de poupança para despesas médicas. O caso que pede cuidado é o do Wizards: o acordo com a Robinhood foi anunciado em 2023 por três temporadas, até 2025-26, e a renovação não foi divulgada pelo time.

Leia também: Entenda a briga da família Buss pelo Lakers na Justiça

A Albert entrou no lugar da Bibigo e paga mais ao Lakers

A troca mais cara do setor aconteceu em Los Angeles. Mark Walter, que comprou o controle do Lakers em 2025, encerrou em março o acordo com a Bibigo, marca coreana de comida que estava na camisa desde 2021 e pagava cerca de US$ 20 milhões por ano. Em julho, o time anunciou a Albert, app de finanças pessoais com mais de 10 milhões de usuários, que organiza orçamento, poupança, gastos e investimentos em um lugar só. Segundo Dave McMenamin, da ESPN, o novo contrato rende ao Lakers mais de US$ 30 milhões por ano.

No anúncio, Jeanie Buss, governadora do Lakers, falou da vitrine que a marca ganha: “Não poderíamos estar mais orgulhosos de colocar a Albert na camisa do Lakers e dar aos nossos torcedores incríveis visibilidade para os produtos de finanças pessoais da empresa.” Yinon Ravid, fundador e CEO da Albert, seguiu a linha: “O Lakers representa excelência, ambição e uma conexão com os torcedores que vai além do basquete.”

A Chase escolheu o Mavs para o primeiro patch do banco na NBA

O maior banco dos Estados Unidos nunca tinha posto o nome em uma camisa da liga. Em 8 de julho, o Mavs anunciou um acordo de vários anos com o JPMorganChase, que virou patrocinador do patch e banco oficial do time, com entrada exclusiva para clientes no American Airlines Center e quadras comunitárias no norte do Texas. O valor não foi divulgado.

Como líder do setor, a Chase está na vanguarda do atendimento ao cliente, da excelência operacional e de uma cultura vencedora, princípios que nós compartilhamos.

Rick Welts, CEO do Mavs, no anúncio da parceria, em 8 de julho de 2026

Do lado do banco, quem falou foi Peter Muriungi, executivo da Chase que preside a liderança regional do Sul dos Estados Unidos: “O Mavericks é uma das franquias mais reconhecidas do esporte, e temos orgulho de nos associar a um time que une as pessoas em todo o norte do Texas.” As duas falas estão no comunicado do JPMorganChase.

Turismo e consumo vêm em segundo lugar, com cinco times

Como fica o resto da liga quando a camisa é separada pelo ramo de quem paga?

SetorTimes
Serviços financeiros
bancos, fintechs, corretora e seguradora
11
 
Turismo e consumo
Knicks, Magic, Thunder, Clippers e Pelicans
5
 
Indústria e energia
Sixers, Cavs, Pacers e Bucks
4
 
Saúde
Hornets, Kings e Rockets
3
 
Tecnologia
Bulls, Warriors e Spurs
3
 
E-commerce
Pistons e Nets
2
 

O setor financeiro tem mais camisas que turismo e consumo somado a indústria e energia, que juntos chegam a nove. Mas volume não é o mesmo que dinheiro: o patch mais caro da liga é o da Iren, empresa de nuvem para inteligência artificial, que paga ao Warriors mais de US$ 50 milhões por ano, e o segundo é o da Bloom Energy, de mais de US$ 30 milhões, no patrocínio que o Sixers credita a LeBron. Nenhum dos dois é de banco. Entre as 11 camisas financeiras, a única com valor publicado é a do Lakers, e ela empata com o Sixers na faixa dos US$ 30 milhões.

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Levantamento por setor da Máquina do Esporte, de 20 de outubro de 2026, que o MKT Esportivo repercutiu no Instagram. As marcas de cada camisa foram conferidas nos anúncios dos times e das empresas; o valor da Albert foi publicado pela ESPN, e os valores de Iren e Bloom, pelo Sportico.

Por Redação Hoop78. Como apuramos e corrigimos: política editorial.

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