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LeBron no Sixers explode o power rankings da NBA 2026-27

28 de Julho de 2026

O power rankings da NBA para a temporada 2026-27 mudou na parte de cima. Com LeBron James assinando com o Sixers, o time saltou sete posições e entrou no top 5. O Thunder segue em primeiro lugar, mas com margem mais estreita depois de negociar Lu Dort para o Hawks em uma troca tripla.

Resumo rápido
  • LeBron James assinou com o Sixers por dois anos e US$ 8 milhões, com opção de jogador.
  • O Sixers subiu sete posições e aparece em 5º no ranking de chances de título.
  • O Thunder segue em 1º mesmo depois de trocar Lu Dort para o Hawks.
  • Miami caiu para 15º e Cleveland para 12º após perderem a disputa por LeBron.
  • Aos 41 anos, LeBron acertou 31,7% dos arremessos de três na última temporada.

Power rankings da NBA 2026-27: os 30 times

O critério aqui é chance de título, não campanha de temporada regular. São coisas diferentes: tem time montado para ganhar 55 jogos e cair na segunda rodada, e tem time que só existe de verdade em maio. A leitura abaixo acompanha o ranking publicado pelo SB Nation após a decisão de LeBron.

#TimeVariação
1ThunderManteve
2SpursManteve
3KnicksManteve
4TimberwolvesManteve
5SixersSobe 7
6CelticsCai 1
7LakersCai 1
8NuggetsCai 1
9PistonsCai 1
10RaptorsCai 1
11RocketsSobe 2
12CavaliersCai 2
13PacersCai 2
14HawksSobe 3
15HeatCai 1
16MagicCai 1
17Trail BlazersCai 1
18JazzManteve
19SunsManteve
20MavericksManteve
21HornetsManteve
22GrizzliesManteve
23WarriorsManteve
24PelicansManteve
25NetsManteve
26ClippersManteve
27WizardsManteve
28BullsManteve
29BucksManteve
30KingsManteve

O Thunder segue em 1º, mas com a mão menos firme

A saída de Lu Dort para o Hawks não foi uma decisão de basquete, foi uma decisão de folha salarial, e o próprio Sam Presti não escondeu isso. Dort virou um jogador difícil de usar nos playoffs passados, com drible instável e leitura de passe pobre, mas a defesa dele ainda assustava quem gostava de atacar no um contra um.

Sem ele, o Thunder abre minutos para Ajay Mitchell, Cason Wallace e Jared McCain, o que tende a ser um ganho ofensivo. O preço é a profundidade: Nikola Topic, Bennett Stirtz, Aday Mara e Thomas Sorber precisam virar rotação de verdade, e nenhum deles provou nada ainda.

Mesmo assim, tirar o time do topo seria exagero. Ninguém viu esse elenco inteiro e saudável ao mesmo tempo, já que Jalen Williams e Mitchell perderam trechos importantes da temporada. Chet Holmgren some quando o duelo é contra Victor Wembanyama, mas continua um top 15 da liga contra qualquer outro. E Shai Gilgeous-Alexander segue como o melhor armador do mundo, no auge. Isso ainda é o melhor elenco da NBA.

O teto do Sixers é real, o problema é chegar lá

LeBron não estava blefando quando disse que dinheiro não pesaria na decisão. Ele topou dois anos e US$ 8 milhões com opção de jogador, vindo de uma temporada em que recebeu mais de US$ 50 milhões. "Essa é a minha última decisão", disse. "Eu acredito que posso ajudar a transformar o Sixers em um time de título."

O encaixe é o problema. Os cinco titulares projetados somam cerca de 140% de taxa de uso combinada, e quase todo mundo ali joga melhor com a bola na mão. A defesa preocupa ainda mais. Diminuir o próprio papel é tão difícil quanto aumentar, e nem Jaylen Brown nem Joel Embiid mostraram que sabem fazer isso.

Brown precisa virar um jogador de recepção e arremesso depois de acertar apenas 33,1% em 2,5 tentativas de três por jogo nessa situação, e precisa se concentrar defendendo longe da bola, algo que nunca fez bem. Embiid precisa abrir mão do garrafão para voltar a ser um protetor de aro dominante. Vale lembrar que o Celtics ofereceu Brown para a liga inteira e ninguém cobriu a proposta da Filadélfia. LeBron enxergou nele algo que as diretorias rivais não enxergaram.

Tem downside aqui, e é grande. Aos 41 anos, James vem de 31,7% de aproveitamento nos arremessos de três e vai precisar de uma temporada muito acima disso. Esse é um time melhor de playoffs do que de temporada regular, desde que chegue inteiro em abril. Com esse elenco, é um "se" enorme.

Miami e Cleveland saíram como os maiores perdedores

O Heat e o Cavaliers agora correm risco real de brigar apenas para escapar do play-in. Miami levou Giannis Antetokounmpo, mas o banco é curto e não sobrou ativo futuro para continuar montando o elenco. A franquia sempre foi boa em lapidar jogador de margem, e essa vai ser a maior prova disso.

Cleveland está pior. Veio de uma final de conferência pouco convincente, perdeu Dean Wade e só adicionou Meleek Thomas, escolha de segunda rodada. Não importa o quanto ele impressionou na summer league: esse elenco está em apuros, e o fato de LeBron ter olhado para lá e escolhido outro lugar diz muita coisa.

Hoje dá para argumentar que o elenco do Hawks é tão bom quanto o dos dois. Com Knicks, Sixers, Celtics e Raptors, se este último fechar com Kawhi Leonard, parecendo times melhores de temporada regular, a pressão agora é das diretorias de Miami e Cleveland. Alguém vai precisar tirar um coelho da cartola antes de fevereiro.

A NBA passou o mês de julho inteiro esperando um homem de 41 anos decidir onde queria jogar. Ele decidiu, e o mapa da liga se reorganizou em volta disso. Agora começa a parte difícil: descobrir se o time que ele escolheu sabe jogar junto.

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