Como foi a apresentação de Ben Simmons no Kings
No media day do Kings, Ben Simmons chamou de besteira quem diz que ele não ama o basquete, disse que voltou sem limitações e que a meta é dominar.
Ben Simmons usou a primeira entrevista como jogador do Kings, no media day de 28 de setembro, para responder a quem duvida dele. Disse que é besteira a crítica de que não ama o basquete, que voltou sem limitações depois de um ano parado e que a meta para a 10ª temporada é dominar.
- O último jogo de Simmons foi em março de 2025, pelo Clippers.
- Ele tem 30 anos e assinou com Sacramento por uma temporada.
- Depois de 2018-19, nunca mais passou de 58 jogos em uma temporada.
- Foi calouro do ano em 2018 e três vezes All-Star pelo Sixers.
Simmons chama de besteira a crítica de que ele não ama o basquete
A pergunta que acompanha Simmons há anos voltou logo no primeiro dia: se o problema dele era físico ou de vontade. A resposta, registrada pelo USA Today, veio com um palavrão no meio. “Acho que foi mais uma questão do meu corpo. Não era sobre se eu queria jogar. Todo mundo fala que eu não amo o jogo. Isso é besteira.”
Eu amo este jogo. Se não amasse, não teria tirado aquele ano para cuidar de mim e voltar para onde estou.
Sobre o barulho em volta dele, o tom foi de quem desistiu de discutir. “É só gente falando. Você ouve coisas o tempo todo. As pessoas querem cliques. Querem movimentar o podcast.” Quando perguntaram o que ele ama no basquete, a resposta coube em uma linha: “Tudo. É a minha arte.”
Simmons diz que o ano parado foi a melhor decisão da carreira
Simmons ficou fora de toda a temporada 2025-26 tratando as costas e a perna, e só voltou ao mercado quando avisou que treinava sem restrição. No media day, ele contou ao Sports Illustrated como chega ao training camp: “Estou exatamente onde preciso estar. Tirei bastante tempo para cuidar do meu corpo ao longo da temporada, e acho que foi a melhor coisa que fiz e a melhor decisão que tomei na carreira. Me sinto ótimo e estou pronto. Sem limitações.”
Ele também admitiu que a volta não era certa. “Como tirei um ano, eu não sabia se ia ter a chance de voltar à liga.” A porta que abriu foi a do gerente geral Scott Perry, sobre quem Simmons disse: “Ele parece muito genuíno, verdadeiro e direto em tudo.”
A meta de Simmons no Kings é dominar toda vez que entrar em quadra
Perguntado sobre o objetivo para 2026-27, ele não falou em número de jogos nem em minutos. “Dominar. Toda vez que eu pisar em quadra, dominar.” E quando quiseram saber se o Simmons dos tempos de Sixers ainda existe, ele respondeu em terceira pessoa: “Estou aqui. Ele está aqui. Ele acordou.”
A frase conversa com a ficha. Foi pelo Sixers que ele ganhou o prêmio de calouro do ano e foi três vezes ao All-Star, e é a distância entre aquele jogador e o dos últimos anos que a frase tenta apagar. O caminho até Sacramento, com Warriors e Knicks também interessados, está no relato da assinatura.
Por que Simmons diz que ele e o Kings têm a mesma expectativa baixa
O último trecho foi sobre o time, que pouca gente coloca entre os classificados do Oeste. Simmons tratou isso como afinidade: “Olhando para este time, acho que a expectativa é baixa, mas sinto que isso também está em mim. A gente se identifica nisso, então acho que temos sangue nos olhos. Não tem pressão. Ninguém espera nada da gente.”
Em quadra, a vaga dele já estava desenhada antes de ele chegar: armador reserva atrás do calouro Darius Acuff Jr., sétima escolha do draft, em um elenco em que Zach LaVine e Malik Monk dividem a criação sem serem armadores de ofício. O quinteto do Kings posição a posição mostra onde ele encaixa. O training camp começa nesta semana, e a pré-temporada é o primeiro lugar onde a promessa de jogar sem limitações vai ser medida em minutos.
Falas conferidas no USA Today, no Sports Illustrated, no ClutchPoints e no Fadeaway World, todos de 28 de setembro de 2026.








